Está enganado quem pensa que câncer de mama é coisa de mulher. Era assim, entretanto, que pensava Sandro José da Rosa, 38 anos. Morando no Campeche, bairro praiano de Florianópolis, e trabalhando de serralheiro, ele levava a vida entre as ferragens e a música. Isso porque Sandro também é músico e embalava as missas na paróquia do local onde mora. Até que em setembro de 2008 um pequeno nódulo na mama direita começou a sangrar. “Eu tinha pego um serviço pesadíssimo e acho que acabei fazendo muita força”, relembra. Daí para o hospital foi rápido. Exames feitos, veio o diagnóstico: ginecomastia – crescimento das mamas, geralmente causado por disfunção hormonal. Um ano depois foi feita a cirurgia e notou-se o erro. O médico pediu uma biópsia e constatou o câncer. Nova cirurgia para retirada do tumor e uma sequencia de seis quimioterapias. A última foi no dia dezoito de maio deste ano.
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sexta-feira, 4 de junho de 2010
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Hospital lucra 1.600% em cada xerox
Cena um: Cidadão descobre que está com câncer.
Cena dois: Após primeira sessão de quimioterapia é orientado a procurar uma clínica para fazer o implante de um cateter.
Cena três: O octogenário busca uma que tenha convênio com o plano de saúde dele.
Cena quatro: A clínica conveniada indica um médico do seu quadro.
Cena cinco: O médico marca o local e a data da cateterização. Será em um hospital particular.
Cena seis: Dois dias antes da pequena cirurgia a esposa do ancião recebe um telefonema da clínica. A secretária avisa que haverá um custo: R$ 750,00.
Cena sete: Esposa da vítima – depois explico o “vítima” – pede recibo e prontuário do marido para tentar ressarcimento por parte do plano de saúde.
Cena oito: Filha do casal vai pegar, três dias depois, o prontuário.
Cena nove: Hospital cobra R$ 5,00 pela xerox do documento. São três folhas de papel ofício. Cada xerox sai por R$ 1,666
Cena dois: Após primeira sessão de quimioterapia é orientado a procurar uma clínica para fazer o implante de um cateter.
Cena três: O octogenário busca uma que tenha convênio com o plano de saúde dele.
Cena quatro: A clínica conveniada indica um médico do seu quadro.
Cena cinco: O médico marca o local e a data da cateterização. Será em um hospital particular.
Cena seis: Dois dias antes da pequena cirurgia a esposa do ancião recebe um telefonema da clínica. A secretária avisa que haverá um custo: R$ 750,00.
Cena sete: Esposa da vítima – depois explico o “vítima” – pede recibo e prontuário do marido para tentar ressarcimento por parte do plano de saúde.
Cena oito: Filha do casal vai pegar, três dias depois, o prontuário.
Cena nove: Hospital cobra R$ 5,00 pela xerox do documento. São três folhas de papel ofício. Cada xerox sai por R$ 1,666
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