Vez em quando eu cito Sheid, o meu cachorro, neste espaço. Muitas pessoas perguntam-me por ele. Querem conhecê-lo por acharem-no humano em demasia. Indagam-me de onde o comprei. Querem saber a raça. Eu divago. Brinco. Ontem à noite, entretanto, conversei com o cão por várias horas e resolvemos descortinar a real identidade dele. E a partir de hoje, em dias incertos, contarei detalhes pertinentes a ele. E vou principiar pela origem do moço. Permita-me o “moço”.