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terça-feira, 6 de abril de 2010

Professores britânicos podem usar a força contra alunos

          O Secretário de Estado para as Crianças, Escolas e Famílias britânico, Ed Balls, deu uma notícia que agradou, e bastante, os professores súditos da rainha. O comunicado foi feito domingo, 05/03, durante a conferência anual da NASUWT – Sindicato dos professores do Reino Unido. “Os professores devem utilizar a força física para retirar as crianças rebeldes (da sala de aula) e terão, para isso, uma formação em técnicas de imobilização”, disse Balls. Segundo ele os professores terão todo apoio por parte do Estado para disciplinar alunos violentos. Mas será preciso avisar a direção da escola sempre que fizerem isto. É, vivente, não pense que o aluno inglês vai bater no professor e ficar “por isso mesmo”. É interessante a maneira que o sindicato viu a proposta do governo. Entendeu que os professores precisam ter a integridade física preservada, e que do jeito que estava – apanhando de estudantes – não conseguiam educar. E aqui no Brasil?

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Aldeia Guaraní, outra forma de se educar


          Karaí Popygua é estudante de pedagogia da UNIVALI no período da noite. Durante o dia ele é professor na comunidade indígena onde mora, a aldeia Yynn Moroti Wherá – que significa Reflexo da Água Cristalina – localizada às margens da BR-101,  no município de Biguaçu. Distante 20 kilômetros de Florianópolis a aldeia Guarani procura manter as tradições orais herdadas dos antepassados. Popygua descreve, entusiasmado, a base da religião de sua tribo e detalha os princípios religiosos que, segundo ele, é essencial para a educação dos Guaranis. O centro das atenções da comunidade indígena é a Casa de Reza, uma construção de aproximadamente 60 m² feita de barro e coberta de palhas, com apenas uma portinhola e sem janelas. Quando a porta é fechada uns parcos raios de luz entram no salão pelas brechas na parede da construção.